MINHA BIOGRAFIA: minha trajetória de vida e o que aprendi sobre a Morte

vistephan

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Especialista em PODER PESSOAL, com 15 anos de estudos aprofundados na área do desenvolvimento humano com os maiores especialistas nacionais e internacionais.

Olá, começo a nossa relação contando sobre a minha história, de tudo que fiz ate hoje para chegar onde estou, inclusive na minha carreira e tudo que aprendi sobre a morte.

Nasci numa cidade do interior de São Paulo, vim de uma família numerosa e fui a última a nascer.

Sobre minha vida escolar: comecei numa escola que ficava praticamente nos fundos da minha casa, até que gostava um pouco, esse “até”, você vai entender tudo mais adiante.

A partir do ensino fundamental, tinha alguns acordos com minha mãe, um deles era que se tivesse dor de barriga tinha que ganhar no intervalo para o lanche, guaraná, bisnaguinha com queijo prato. Outro acordo era se não estivesse com fome, iria partilhar TODA a comida com meus amigos.

Aí já começava a semente da idéia de ajudar pessoas.

Fui crescendo e, nas brincadeiras, era sempre a protagonista rica da história. Falava uma língua pra lá de estranha, achava muito chique.

Por que fazer menção disso aqui? Foi lá, naquela época, que estava despertando meus interesses, por aprender coisas novas e por qualidade de vida.

A primeira vez que me deparei com a morte foi aos 6 anos. Perdi meu o único avô que havia conhecido. Status de caçula tem suas desvantagens, essa é a maior delas.

Foi muito triste! Nesta mesma época meu pai descobriu um problema cardíaco e já vinha sofrendo.

Logo após a morte de meu avô, meu pai fez cirurgia de ponte de safena, foi um estresse só na minha casa, todos tensos porque era uma cirurgia de risco.

Perdi também minha tão querida prima que me dava os presentes mais fofos e me oferecia um carinho delicioso. Aos 30 anos ela teve um AVC (acidente vascular cerebral). Comecei a conhecer ali a finitude da vida, o rompimento de laços amorosos e fraternos. Confesso que senti solidão e dor!

Meus irmãos foram se casando, as perdas continuavam. Minha vida escolar continuava, até que eu comecei a não gostar das atitudes de uma professora do ensino fundamental.

Como a cidade em que vivia era pequena, não tinha como trocar de escola muito menos de professora. Um jeito de resolver a questão de uma vez por todas, era rejeitar as idas para escola.

Chorei por 3 meses ininterruptos, disse que não queria mais ver a professora. Não adiantou nada, acredita! Continuei naquela escola, com tudo do mesmo jeito.

Fui crescendo e queria viver numa cidade com menos restrições, com mais possibilidades inclusive de estudo. Meu pai sempre me dava esperança de que um dia mudaríamos para uma cidade maior, isso nunca aconteceu!

Meus prazeres na infância eram,  ir ao sítio de meu pai andar a cavalo, cuidar da horta, alimentar os animais, achava isso o máximo. O contato com a terra me fazia sentir conectada e feliz com a vida.

Essa experiência me fez ter uma conexão absurda com a mãe natureza onde  há o respeito acima de tudo.

Nas brincadeiras, gostava mesmo era das peripécias dos meninos. Brincadeira de casinha cansava logo e queria aventuras mais interessantes.

Na pré adolescência tiveram dois marcos importantes: Meu pai enfartou, ajudei no socorro e minha prima adolescente se suicidou, foram duas experiências muito tristes e impactantes.

A partir disso fiquei mais insegura com a doença de meu pai, o medo da perda se tornou maior.

Na adolescência já pensava num futuro melhor. Nesta fase já assumia responsabilidades da casa de minha mãe e cuidados com meu pai. Eu gostava muito de ajudar.

Fui entrando na idade adulta, a descoberta da escolha da profissão não foi das mais fáceis.

Encontrei meu marido, me mudei para São Paulo aos 18 anos e, depois, para Dallas no Texas, onde morei por quatro anos.

Finalmente, todos os meus sonhos estavam começando a ser realizados; meu mundo ficou maior, pude estudar de verdade aquela língua esquisita da infância.

Foi durante aquele período no exterior que meu pai adoeceu e não suportou o pós-cirúrgico.

A dor da perda de meu herói foi muito grande, porque havia aprendido com ele a não ter medo da vida, ser otimista, alegre e carinhosa.

E você deve estar se perguntando e o que você aprendeu com a morte? Já, já explico!

Retornando para o Brasil, fiz tudo que havia deixado de lado, retomei meus estudos, criei meu filho. Fiz pós-graduação.

Sempre me interessei pelos estudos e continuei minhas pesquisas sobre o universo do ser humano.

Mas, nem tudo é perfeito, três anos atrás, as coisas deixaram de fazer tanto sentido para mim e me deu uma vontade louca de deixar tudo o que estava fazendo. Comecei a me desmotivar, mas não queria perder minhas garantias, quais? Não tinha nenhuma.

Gostava muito da minha relação com meus clientes, mas a forma com que eu estava trabalhando precisava de inovação, não sabia por onde começar. Estava me sentindo de mãos atadas.

Pensava, pensava, pensava e não vinha nada de concreto na minha cabeça. Comecei então a perceber que eu estava sofrendo de fortes crises de ansiedade, mesmo com todo tipo de tratamento que buscava, não estava sendo o suficiente.

Tive a ideia de retomar coisas que eu havia deixado de lado, a Yoga era uma delas, comecei as práticas e aí as coisas começaram a melhorar com a meditação, a vida começou a caminhar novamente.

Antes não percebia, mas estava vivendo a vida no piloto automático e, por isso, o prazer e a satisfação não apareciam.

Em fevereiro de 2016, veio o maior baque da minha vida. Meu filho foi diagnosticado com Linfoma de Burkitt, um câncer altamente agressivo, as coisas estavam saindo do controle novamente.

Deixei o emprego para cuidar de meu filho. Minha família sempre foi meu bem maior, minha prioridade máxima.

A história na íntegra dessa parte conto para vocês aos poucos porque minha jornada foi bem longa.

Como fazia para dar conta de tudo? Posso apenas dizer que não era fácil, mas acontecia. Conto os detalhes no meu livro “um novo despertar para a vida”.

Depois de cinco meses de tratamento, meu filho se curou do câncer.

Depois de todas as vivências,  o que eu aprendi SOBRE a morte?

Afinal, a vida me trouxe ela por perto por muitas vezes, lembra?

Aprendi a valorizar as simples coisas da vida, ser feliz e ver alegria nas pequenas coisas, vivendo um dia de cada vez, na intensidade necessária. dando atenção ao que realmente importa!

Naquele período que  praticamente“morei” no hospital, dormia em casa apenas nos finais de semana. Posso dizer que aquela fase foi o período mais transformador para minha vida como um todo.

Saí de lá com a CERTEZA de que eu precisava de uma grande mudança, DE UMA GRANDE VIRADA!!!

Eu tinha a certeza absoluta, que não queria mais viver a vida como antes. PARA ISSO, EU PRECISAVA AGIR O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL.

Arregacei as mangas e fui em busca do que eu realmente queria de verdade para minha vida, comecei a seguir o meu PROPÓSITO.

E nele que VOCÊ faz parte! Decidi que, daquela fase em diante, sairia do micro para ir para o macro.

BEM VINDO AO PROGRAMA VIDA LEVE!!!!! Através dele posso ajudar VOCÊ a atravessar momentos críticos em sua vida, independentemente do problema que você esteja passando. Doença, relacionamento, grande decepção, frustração, melhoria na carreira, inclusive encontrar o seu propósito!

Esse é o seu caso também?

Vamos juntos vencer esses obstáculos, porque, assim como eu consegui você também pode.

Encontrando a sua direção, o caminho fica mais fácil de ser percorrido.

Quero que você conquiste uma vida mais plena e serena.

Bem-vindo a nossa amizade que começa agora!

Com carinho e GRATIDÃO!

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